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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Plano de aula
OFICINA EXTRA


PLANO DE AULA

FILME NARRADORES DE JAVÉ

TEMA: LÍNGUA VIVA

DIVERSIDADE “COMO VER” E CONVIVER

OBJETIVOS:Identificar dialetos, variantes lingüísticas da região.Caracterizar a oralidade e a escrita como formas de comunicação.Trabalhar a importância do letramento na sociedade em que vivemos.Valorizar e respeitar a cultura e oralidade de um povo.

SÉRIE: 6° AO 9° anos

CARGA HORÁRIA: previsão de 06 (seis) aulas.

METODOLOGIA:Selecionar músicas e fragmentos de textos que retratem o mesmo tema do filme a apresentá-los. (Zé Ramalho, Patativa do Assaré, Graciliano Ramos...)Ouvir músicas sem a letra ou distribuir letras de músicas faltando letras para que os alunos completem com palavras que achem que serão adequadas ao contexto e depois passá-las para que possam fazer comparações.Assistir ao filme sugerido Narradores de Javé.Explorar fragmentos de obras pré-selecionadas.Realizar a intertextualidade (música, filme e obras escritas).Privilegiar o diálogo através de atividades coletivas.

RECURSOS: Som, cd, dvd, cópias dos fragmentos e músicas a serem trabalhados, pincéis, cartolinas, lâmina, retro-projetor, tv, data-show, folha sulfite.

FECHAMENTO:Atividades avaliativasElaboração de texto utilizando dialetos da região onde mora.Identificar neologismos presentes no filme e criar uma narrativa usando variantes lingüísticas.Elaboração de um glossário de Javé.Criar neologismos dentro de um contexto (a escolha ) para que os demais colegas descubram.Painel de neologismos.Criação de peça teatral baseando-se no filme, mas com dialeto da região.Criação de paródia sobre o filme.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

OFICINA INTERCALADA

NARRADORES DE JAVÉ

A cidade de Javé nas vésperas de ser submersa pelas águas da represa é palco de uma mobilização coletiva de seus moradores. Expulsos das moradias vêem sua história, seus direitos, sua dignidade e seu habitat ser destruídos de uma forma impactante. Assim é o filme “Narradores de Javé”, gravado em 2001, no povoado de Gameleira da Lapa, interior da Bahia, às margens do rio São Francisco. Ele mostra a história de um um arraial carente de ruas de areia, com sua história oral desvalorizada, impedida de ser um patrimônio da humanidade. Protagonizado pelo ator Zé Dumont (Biá) e com a direção de Eliane Caffé, o longa traz à tona reflexões profundas sobre a memoria narrativa do ser humano, questões econômicas, históricas e o desafio sociomabietal.
O filme Narradores de Javé, dirigido por Rui Pires e André Montenegro, é excelente para se trabalhar, em sala de aula, a importância da escrita e a diferença entre ela e a oralidade. Seu roteiro é pautado no conflito vivido pelos moradores do Vale de Javé, ameaçado pela possibilidade de construção de uma represa. A única saída encontrada foi realizar o relato escrito das histórias locais, a fim de que o vale seja considerado patrimônio histórico.Entretanto, o único narrador local capaz e que sabia escrever era o Biá, que havia sido expulso do povoado, por inventar histórias fantasiosas e maledicentes sobre os moradores. Biá assume, então, o papel de escriba. Depende dele a salvação de todo o povoado, pois apenas ele pode passar para o papel as histórias locais, delegando a elas status de ciência.Biá, contudo, é um malandro e aproveita-se da situação como pode, ouve os relatos, mas menospreza-os, considera-os impróprios para fazerem parte de um livro tão importante. Desta forma, o tempo vai passando e o livro permanece em branco. Nesse ponto, chama a atenção que a atitude do escriba, em relação à oralidade, é semelhante ao que ocorre na sociedade em geral. Possui maior prestígio aquele que domina o código escrito, sendo mais valorizada a história oficial e deixando-se de lado, muitas vezes, a história propriamente dita, que reside no imaginário coletivo e popular. Da mesma forma, os personagens do filme estabelecem com Biá uma relação de dependência, visto ser ele o único a dominar o código de maior prestígio.Em sala de aula, muitas vezes nós, professores, exercemos a função de escriba, pois temos um domínio maior do código escrito. Essa função fica evidente em todo trabalho com a leitura e a escrita, quando procuramos trabalhar com nosso aluno as diferenças entre a oralidade e a escrita. Nesse sentido, é fundamental que não assumamos uma postura arrogante como a de Biá, valorizando um código em detrimento do outro. É preciso mostrar aos alunos que tanto a oralidade quanto a escrita são importantes, mas que ambas seguem regras diferentes e possuem características específicas, que devem ser respeitadas. Enquanto escribas da educação, cabe a nós exercermos a função de mediadores entre o código oral e escrito e nossos alunos, a fim de que os mesmos compreendam suas peculiaridades, sabendo usá-los de modo proficiente, nas dife rentes situações em que são requeridos, cotidianamente

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

OFICINA INTERCALADA

OFICINA: INTERCALADA

GINCANA DE LÍNGUA PORTUGUESA


TEMA: CONTEÚDO DESENVOLVIDO NO 1º SEMESTRE

SÉRIE : 6º AO 9º ANO /MATUTINO E VESPERTINO

JUSTIFICATIVA:
Procurando incutir nos alunos a importância da língua portuguesa , resolvi dar continuidade ao trabalho já desenvolvido no primeiro e segundo semestre com uma metodologia diferenciada voltado para o lúdico na educação.
OBJETIVO GERAL:
Relacionar informações importantes com uma aprendizagem prazerosa.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Identificar o conhecimento quanto aos conteúdos já trabalhados.
Verificar a capacidade dos alunos no repasse do que aprenderam;
Aprender, brincando.
DESENVOLVIMENTO:

- Dividir a turma em 4 grupos através da dinâmica de números idênticos.
- Cada grupo escolherá uma cor:
Equipe 1 – vermelha
Equipe 2 – roxaEquipe 3 –brancaEquipe 4 –preta

TAREFAS
1-Dança para abertura;
2 – Cada equipe apresentará uma paródia de uma musica escolhida por eles;.
3 – Cada equipe apresentará um autor e defenderá por dois minutos;
4 –Um aluno de cada equipe declamará um poema ;
5 –Cada equipe deverá organizará um teatro de cinco minutos;
6– corrida do saco;
7 – Soletrando (com palavras sorteadas, ); um aluno de cada equipe;
8-Batata-quente;
9-Dança da cadeira;
10-Caça ao tesouro,
11-alfabeto;
12-Formar palavras com silabas soltas,
13-Conjugar verbos;
14—Organizar o alfabeto;
15-Circular os pronomes;
16-Formar frases com tipos de predicados,
17-Circular os substantivos,
18-Montar quebra cabeça com provérbios,
19-Escrever por extenso,
20-torta na cara,
RESULTADO ESPERADO:
Espera-se que, ao fim da gincana, os alunos estejam mais informados e capazes de utilizar os conhecimentos de maneira a serem multiplicadores.


CURSISTAS:JACKCELLY,IOLETE.SANDRA,ROSANA,GEISA

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Relatório oficina 12 –
No dia 23 de outubro de 2009, foi realizada em Caracol a oficina referente à unidade 23 do TP 06 de Língua Portuguesa: O processo de produção textual: revisão e edição.Para dar início às atividades fizemos uma reflexão sobre a sessão1 e 02 da unidade 23 e formamos grupos para realizar a atividade de planejamento sugerida na página 151. em seguida, os grupos apresentaram para os colegas a seqüência didática que planejaram. Fizemos o fechamento dessa parte da oficina com a sugestão de aplicação do Avançando na Prática da seção 03, que consiste na revisão do texto Os quilombos contemporâneos e a educação(p. 143, TP 06) em pequenos grupos, como forma de conscientizar os alunos sobre a necessidade e ou possibilidade de se revisar os textos por eles produzidos visto que a maior dificuldade relatada pelos cursistas em relação a esse trabalho tem sido justamente a resistência dos alunos em revisar seus textos, alegando que os mesmos já estão prontos.. Durante a socialização do estudo, procuramos esclarecer algumas dúvidas e incentivar os cursistas na elaboração de seu próprio projeto de sala de aula. Falamos sobre a estrutura do texto em si e nos colocamos à disposição de cada um deles para eventual suporte técnico-pedagógico.Aproveitamos o final do encontro para homenagear os nossos colegas pelo Dia do Professor com uma montagem de fotos e a música “Você é especial”, de Aline Barros e uma mensagem do ilustríssimo professor Paulo Freire na qual ele incentiva os professores a não desanimarem diante das adversidades da profissão..Para concluir realizamos a avaliação e os cursistas demonstraram satisfação com o programa.Atividades realizadas pelos cursistas durante a oficinaA Proposta
1. Levar o tema para ser discutido em sala, colocar na lousa palavras e expressões chave;2. Formar grupos e apresentar o texto original;3. Através de questionamentos, direcionar a identificação dos erros no texto: pontuação, ortografia, coerência, coesão, fuga ao tema;4. Após detectar os problemas no texto, cada grupo irá reescrever a sua versão seguido de apresentação para os colegas;5. Após a apresentação dos grupos o professor convida a turma para a reescrita coletiva.

Eu lecionei a todos eles
Tenho ensinado no ginásio por dez anos. Durante esse tempo eulecionei para, entre outros: um evangelista, um lutador de boxe,um ladrão e um imbecil.O assassino era um menino que sentava num lugar da frente e me olhava com seus olhos azuis. O evangelista era o mais popular da escola, era o líder dos jovens entre os mais velhos. O lutador de boxe ficava parado perto da janela e soltava uma gargalhada abafada, que até fazia gemer os gerânios. O ladrão era um coração alegre, diria libertino, sempre com uma canção jocosa em seus lábios. O imbecil, um pequenino animal de olhar macio, dócil, procurando as sombras.O assassino espera a morte numa penitenciária do Estado. O evangelista está enterrado, há um ano, no cemitério da vila. O lutador de boxe perdeu um olho num briga em Hong Kong. O ladrão, na ponta dos pés, pode ver da prisão as janelas do meu quarto. O imbecil, de olhar macio, bate com a cabeça na parede forrada, de uma cela, no asilo municipal.Todos esses, um dia, sentaram na minha sala. Sentaram e olharam para mim, gravemente, das suas carteiras escuras e surradas.Eu devo ter sido de grande ajuda para esses alunos... Eu lhes ensinei o esquema encontrado nos versos alexandrinos e como colocar em diagrama uma sentença completa.
www.rivalcir.com.br

Relatório da Oficina 11
No dia 02 de outubro de 2009, no município de Caracol, foram realizadas as oficinas referentes à unidade 22 do TP 06, do Programa Gestar II de Língua Portuguesa.Fizemos a leitura do texto “Lecionei a todos eles” e refletimos sobre o tema tratado, levantando os pontos que são considerados polêmicos e concluindo que o trabalho do professor não se restringe à mera transmissão de conhecimentos com o perigo de se tornar obsoleto, que o professor que realmente faz a diferença na vida dos alunos é aquele que se preocupa também com o caráter humano da profissão.Durante o relato da prática uma das cursistas expôs sua experiência com a atividade sugerida no TP, página 54, que se trata de uma produção de texto argumentativo. A professora avalia que a atividade não surtiu o efeito desejado pois os alunos tiveram bastante dificuldade em entender o que lhes foi proposto. Fizemos uma reflexão sobre o assunto tentando identificar o problema, que, no caso, pode ter sido de adaptação da atividade à turma. Foi sugerido aos outros cursistas que, na eminência de aplicar essa mesma atividade em suas turmas procurem adaptá-la, sempre com a intenção de atender a proposta que seria de um texto argumentativo, levando em conta que esse tipo de texto pode pertencer a diversos gêneros: o texto publicitário, o artigo de opinião, a cara do leitor, o editorial, e que cada um desses gêneros é adequado pra uma determinada série.Para a retomada, formaram-se duplas que, após o estudo, fizeram a socialização das seções com os outros cursistas. Nessa unidade de estudo me parece não haver problemas em relação ao conteúdo do TP. A reflexão a respeito das estratégias relacionadas ao planejamento da escrita pode evidenciar uma preocupação cada vez maior do professor de Língua Portuguesa com os processos de leitura e produção de textos que, com alguma dificuldade ainda, devido ao pouco tempo para planejamento dessas atividades, estão sendo já revistos pelos profissionais da área.Fizemos uma dinâmica para divisão de grupos, a Entrevista Musical (somente no matutino) e, em seguida, a atividade de produção em duplas, devido ao reduzido número de participantes nas oficinas. Vale ressaltar que essa é uma das atividades preferidas dos cursistas, onde eles podem produzir criativamente os seus textos colocando em prática aquilo que estudaram no TP.A avaliação foi realizada oralmente e os cursistas mostraram-se satisfeitos com o desenvolvimento do programa, principalmente agora, com a mudança de estratégia no desenvolvimento das oficinas. Disseram que assim estão tendo um maior aproveitamento, pois têm mais tempo para estudar as unidades e aplicar as atividades práticas..Embora tenha ficado um pouco ansiosa em relação a essa nova dinâmica de organização das atividades da oficina, também avalio positivamente a mudança, já podemos perceber que os conteúdos estão se tornando mais evidentes para os cursistas, mais presentes e próximos ao seu dia a dia.
Maria Edite Espinosa - Caracol

domingo, 8 de novembro de 2009

video

domingo, 25 de outubro de 2009

A Rosa

Era uma manhã de um dia de semana, desses de céu aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho. Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos últimos lugares, bem ao fundo. Ali se pôs a fazer a sua oração cheia de vida, dialogando com Jesus. Ouviu, então, em meio ao silêncio, a voz de alguém, cuja presença não tinha percebido: venha aqui. Venha ver a rosa. Ele olhou para os lados, para frente, e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez: Venha ver a rosa. Embora sem entender, ele se dirigiu até a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa. Parou e começou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: venha ver a rosa. Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita. Mas o homem não se conformou e tornou a dizer: Não, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa. Diante da insistência, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com ele com aquele convite? Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as próprias resistências, e se sentou ao lado do homem. Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho. De fato, era um espetáculo todo diferente.
Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele ângulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-íris. Dali podia-se perceber um raio de luz do sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-íris. E o trabalhador, extasiado, exclamou: é a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-íris. Mas, se eu não tivesse me sentado onde estou, se não tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espetáculo tão maravilhoso. É preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso. O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocar de nosso comodismo, de romper com preconceitos, para ver a pessoa do outro de modo diferente e novo.
Há uma rosa escondida em toda pessoa que não estamos sendo capazes de enxergar. Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver as rosas do outro, de um ângulo diferente. Realizemos esta experiência, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido diferente onde, para nós, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores. (autor desconhecido)

TP2 –Estudo das unidades 7 e 8

No dia 12 de Setembro de 2009, aconteceu a 12ª ( Décima segunda) Oficina do Gestar II em Língua Portuguesa, em Caracol MS, na qual mais uma vez os professores socializaram suas práticas pedagógicas com as atividades do Gestar II, socialização das unidades cinco e seis da TP2 e estudo das unidades sete e oito. Iniciamos o encontro com a leitura compartilhada da mensagem “ A ROSA”, a qual nos proporcionou um momento de reflexão sobre nossas ações, postura e a busca do novo, ver as coisas sobre um outro ângulo. ... O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocar de nosso comodismo, de romper com preconceitos, para ver a pessoa do outro de modo diferente e novo. Há uma rosa escondida em toda pessoa que não estamos sendo capazes de enxergar. Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver as rosas do outro, de um ângulo diferente.As atividades realizadas em sala pelos professores foram interessantes e diversificadas, muito deles optaram pela seção três, unidade 5, em que proporcionou uma reflexão sobre o comportamento e atitudes entre professor X aluno, momento de diálogo em sala.Os cursistas mostram interesse e são bastantes dedicados e criativos com as ações de sala de aula referente ás atividades do gestar. Assim, concluo com a seguinte frase....Grandes realizações são possíveis quando se dá importância aos pequenos começos.(Téo LÉO)

Maria Edite-Caracol MS

video

OFICINA 3 - TP2 - UNIDADE 6


Neste encontro nós reunimos na escola municipal para discutirmos os pontos positivos e negativos encontrados em nossas aplicabilidades concernentes as propostas do Gestar.Neste encontro foram discutidos assuntos que envolvem a produção textual,estudo de texto e analise lingüística no segundo momento foi aberto para apresentarem o avançando na pratica,onde os cursistas relataram suas experiência apontando os pontos positivos e negativos.Após os relatos demos inicio a oficina três e da unidade seis.Foi divididos em grupos cada grupo ficou responsável por uma atividade.Ao termino das atividades foi feito um semi Ciro onde os cursistas relataram como foi desenvolvida as atividades propostas da oficina.
Para finalizarmos este encontro foi passado a mensagem “Não espere” para refletirmos nossas atitudes.


Maria Edite-Caracol MS

OFICIANA INTERCALADA
No dia dezoito de setembro, nos reunimos na biblioteca da escola,João José Leite,para planejarmos a oficina da atividade intercalada.Após discutirmos varias sugestões ,a idéia de montar uma gincana de língua portuguesa pareceu mais viável , tendo em vista ,que através desta atividade poderíamos avaliar o desempenho dos alunos em relação aos conteúdos aplicadas no decorrer do primeiro semestre.
Cada grupo ficou encarregado de organizar dez atividades referentes a disciplina de língua portuguesa,com objetivo de enfatizar suas funções.O principal objetivo da gincana seria a revisão e aprofundamento dos conteúdos visando o entendimento de discente,assim as atividades seria desenvolvidas de maneira lúdica e diferenciada.

Maria Edite - Caracol MS

sábado, 10 de outubro de 2009

TP 01 UNIDADE 04 CURSISTA NA APLICAÇÃO DAS ATIVIDADE E OS ALUNOS DO SEXTO E DO OITAVO ANO,EM AVANÇANDO NA PRATICA



RELATÓRIO TP 01 UNIDADE 04

No dia vinte e cinco de setembro,iniciamos mais um encontro refletindo sobre a mensagem “AGUIA OU GALINHA”, onde cada cursista colocou a sua opinião. Em seguida realizamos a socialização das atividades aplicadas com os alunos, onde repassamos o resultado das atividades. Foi muito gratificante o resultado das atividades aplicadas, pois a cada encontro o cursista está mais entusiasmado e confiante no GESTAR.
Foi apresentado no data-show a proposta ad oficina da TP 1 com as unidades 3 e 4 , durante a apresentação íamos destacando os pontos importantes de cada unidade no TP. Na relação teoria e prática analisamos algumas atividades e discutimos sua aplicabilidade. Após a conclusão houve a socialização da atividade realizada. Ampliando nossas referências realizamos a leitura e discussão do texto “O conhecimento prévio na leitura”.
Houve bastante participação de todos os cursistas durante as atividades propostas, ao término das atividades cada grupo apresentou as atividades desenvolvidas pelo grupo.
Terminamos o encontro com a reflexão do vídeo “Não vou desistir nunca.”.
Maria Edite Espinosa Caracol

terça-feira, 22 de setembro de 2009

I

RELATÓRIO DA OFICINA 01: Unidade 02 TP 01

No dia onze de setembro iniciamos a oficina um, unidade dois do TP 01.Nesse dia vieram apenas duas cursistas,mas mesmo assim fizemos nossas atividades.
Demos inicio com o relato das atividades do avançando na pratica. Foi feito comentários em relação ao Avançando na Prática, das dificuldades e facilidades que os cursistas tiveram mostrando exemplos práticos que contribuem na interação da proposta
Logo após os relatos demos inicio ao estudo do TP 01Linguagem e Cultura no qual pude perceber a relação entre fala e escrita, isto é, dialeto e registro. Ao inicio foi muito complexo ao cursista perceber essa relação pois para eles eram um novo conceito que lhes eram apresentado e sua assimilação foi um pouco complexa mas ao final ficou muito bem evidenciados os equívocos que como falantes criamos ao longo do tempo em relação sobre a norma culta e a linguagem coloquial.
Devido a presença de apenas dois cursistas e um formador foi feito apenas um grupo , após o término das atividades debatemos o tema proposto nesta oficina.Encontramos algumas dificuldade para desenvolvermos essa atividade acredito que foi devido o grupo ser pequeno.mas, foi interessante para nós , pois nos fez refletir sobre a extensão que a nossa cultura possui e sua diversidade e o tanto que temos que aprender. Penso sobre a importância de aprofundarmos nosso conhecimento de nossa própria cultura uma vez que ela forma os traços de nossa identidade como individuo pessoal e social. Assim concluímos mais um encontro.

TP 01 UNIDADE 01

TP 05 UNIDADE 19

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

RELATÓRIO DA OFICINA 10 UNIDADE 20 TP 05

Na manhã do dia vinte e oito agosto de dois mil e nove, na Escola Municipal João José Leite da Silva, realizou-se mais um encontro do Gestar II. Às dez horas , iniciamos a aula com um fundo musical, Luar do sertão sob a interpretação de Milton Nascimento1 e Luiz gonzaga2 e Nave Terra interpretada por Rita Lee3 , referindo-nos a unidades 19 e 20 do TP5 – Coesão e relações Lógicas no texto.

Iniciamos com uma socialização das atividades, Avançando na Prática das Unidades 19 e 20, desenvolvidas com os estudantes em sala. Houve comentários detalhados do desenvolvimento do Avançando na Prática, das dificuldades e facilidades que os cursistas tiveram mostrando exemplos práticos que contribuem na interação da proposta.

Seguimos a aula com questionamentos efetuados pelos cursistas referentes as Unidades estudadas dezenove e vinte, do caderno de Teoria e Prática .

Fizemos a aplicabilidade do assunto das Unidades 19 e 20, com atividade em grupo – a sala foi dividida em dois grupos: grupo 1: relações lógicas de temporalidade caracterizando o verbal e o não-verbal através de perguntas e explicações; e produção oral de uma narrativa a partir de figuras distribuída aos participantes da oficina. Grupo 2: de relações lógicas com produção escrita, através de imagem sem identificação escrita, fazendo aplicabilidade de marcas lingüísticas coesivas e as substituições das mesmas por palavras com mesmo sentido; e apresentação de um personagem através de dramatização expondo só os adjetivos de negatividade, seguindo com uma produção escrita, comparação do texto escrito com os adjetivos do personagem descritos e finalmente a apresentação do texto original.

Continuando, houve a elaboração escrita e individual de um texto publicitário explorando a construção de significados de múltiplas maneiras. Ao término das atividades cada grupo expôs seu trabalho,explicando o conteúdo do seu cartaz।Para concluirmos as atividades do TP 05,fizemos alguns comentários sobre a próxima atividade do TP 01.


sábado, 15 de agosto de 2009

REFLEXÃO

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mergulho livre TP04

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RELATÓRIO DA OFICINA 09 UNIDADE 18

Oficina 9 - TP5 - Nossa última oficina deste primeiro semestre foi realizada nesta sexta-feira, quatorze de agosto, e teve duração como sempre de quatro horas. Iniciamos com uma reflexão sobre o desenvolvimento do nosso curso. O realmente eles estão achando do curso?Se precisa mudar alguma coisa? Quais foram os pontos positivos e negativos do nosso curso?Fizemos o estudo da Unidade 17 - Estilística e Unidade 18 - Coerência Textual. Discutimos as seções de modo a socializar e compartilhar nossas leituras. Para ilustrar e fundamentar nossas discussões da seção 1 da unidade 17 “A noção de estilo e o objetivo da Estilística”, vimos um vídeo do poema “Trem de Ferro”, de Manoel Bandeira e ouvimos a música “Berimbau”. Na sequência, os professores relataram suas experiências e a atividade mais trabalhada foi a unidade 17 , o Avançando na Prática da página 40, seção “a estilística do som e da palavra”, que propõe um trabalho articulado sobre coerência textual. Também foram realizadas algumas atividades da AA5. Houve muita troca de experiência e as discussões foram bastante contundentes. Uma das maiores inquietações dos professores é fazer com que os alunos produzam textos coerentes e desenvolvam um bom nível de argumentação. Por isso, foi ressaltado que o trabalho com coerência deve ser permanente no dia-a-dia do professor de português.Após esse momento, fomos para a realização da proposta de análise do texto publicitário.Comentamos sobre a necessidade de se trabalhar o texto publicitário permanentemente na sala de aula, uma vez que é um forte instrumento para desenvolver criticidade e cidadania. Apresentei a proposta da oficina, a partir do texto publicitário. Não pude dividir a turma em grupo,porque faltou uma das cursistas. Foi uma atividade bastante difícil,porque professores não conseguiam passar para o papel ,o que realmente era necessário.Após muita conversa, o grupo expos suas análises por meio de cartaz e reflexões. Foram analisados: recursos verbais, a coesão,coerência ,intencionalidade ,aceitabilidade e informatividade. Houve muita interação, surgiram várias dúvidas que foram discutidas e debatidas pelo grupo.No momento final, pedi para os professores a avaliação do nosso encontro.Passei o vídeo(ler deveria ser proibido).E pedi que fizessem uma reflexão sobre a mensagem.Até o próximo encontro.


Maria Edite Caracol- MS

LER DEVERIA SER PROIBIDO TP 05 OFICINA 09 UNIDADE18

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POEMA SOBRE O LETRAMENTO

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CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE-OFICINA 07 UNIDADE 14

VIDEO DA OFICINA 07 UNIDADE 14

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OFICINA 09 UNIDADE 18

COERÊNCIA TEXTUAL

ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO DOS CURSISTAS

PROFESSORA SANDRA-ESCOLA MUNICIPAL PRESSORA GEISA-ESCOLA MUNICIPAL

PROFESSORA IOLETE-ESCOLA MUNICIPAL


PROFESSORA JACKCELLE-ESCOLA ESTADUAL



PROFESSORA ROSANA- ESCOLA ESTADUAL






domingo, 2 de agosto de 2009

MEMORIAL

MARIA EDITE CARACOL-MS

Sou Maria Edite,filha de Aparicia.Nascida e criada em Bela Vista.Tenho sete irmãos,cinco meninas e dois meninos.Minha mãe se separou do meu pai quando tinha três anos de idade.Portanto fui criada sem pai.Minha mãe sempre foi pai e mãe ,na vida minha vida e na vida de meus irmãos .Aos seis anos iniciei a minha vida escolar.Da primeira série até a oitava série estudei na mesma escola –Escola Estadual Generoso Ponce- E o segundo grau estudei na escola-Escola Estadual Castelo Branco -Fiz o curso de magistério. No inicio comecei a fazer o curso do magistério por falta de opção. Mas com o passar do tempo comecei a gostar do curso. Então o comecei ,a pensar em ser professora.Mas não queria trabalhar com crianças das séries inicias,só gostava de trabalhar com crianças das séries finais.Mas como a vida não é só feita de flores,a minha primeira turma foi a primeira série .Quando fui convidada para trabalhar com essas turma,fiquei um pouco receosa,mas resolvi aceitar o desafio para ver como eu iria me sair. Como fazer para alfabetizar trinta crianças? Elas sem nenhum conhecimento escolar e eu sem nenhuma experiência profissional.Mas no término do ano, lá estava eu apaixonadas pelos meus pequenos pimpolhos.Consegui alfabetizar mais de oitenta por centos de meus alunos.Eu acredito que foi a melhor coisa que me aconteceu neste inicio de carreira,porque foi ai que percebi o que eu queria mesmo, era ser professora, eu me sentia e me sinto até hoje orgulhosa por essa escolha que fiz.No ano de noventa.me casei.Em noventa e um tive a minha princesa.Ela nasceu com hemeplegia neo natal .Então tive que parar de trabalhar,para cuidar da minha princesa.Fiquei afastada da educação por seis anos.Quando minha filha completou seis anos e foi para a pré escola ,voltei a trabalhar vinte horas.No período em que ela estava na escola.Foi nesse ano,em noventa e nove que percebi que precisava aprimorar meus conhecimentos.Então resolvi prestar vestibular .O curso que escolhi foi LETRAS.Passei,e comecei mais um desafio em minha vida,porque na minha cidade não havia faculdade e a cidade mais próxima da minha era Ponta Porã. Que fica cento e vinte quilometro distante da minha cidade.Mas estava decidida enfrentar qualquer obstáculo,para conseguir melhorar meus conhecimentos.Durante quatro anos enfrentei estrada,frio,fome e muita poeira,porque esse trecho entre Bela Vista e Antonio João não era asfaltado.O nosso ônibus era velho e quebrava sempre .Várias vezes nós já chegamos em nossas casas três , quatro horas da manhã.E tínhamos que estar em pé as seis para trabalharmos. Foi muito cansativo mas foi gratificante. Porque consegui me formar.Em dois mil e dois fiz o concurso na cidade vizinha, que fica sessenta quilometro de distäncia da minha cidade.Passei no concurso.Já faz seis anos que estou trabalhando na cidade de Caracol,na escola municipal,João José Leite da Silva.Hoje ministro aulas de língua portuguesa do sexto ao nono ano e participo do curso Gestar .

Abraço a todos. Maria Edite Espinosa Caracol MS

sexta-feira, 31 de julho de 2009


ATIVIDADES DOS PROFESSORES NA OFICINA 08-TP 04

RELATORIO -LEITURA E PROCESSO DE ESCRITA

A PRODUÇÃO TEXTUAL-CRENÇAS,TEORIAS e FAZERES-OFICINA 08-TP 04
No dia trinta e um de julho ,demos inicio nosso oitava oficina do curso do gestar II.
Iniciamos a nosso encontro Avançando na pratica ,cada participante apresentou de forma clara,o resultado das atividades desenvolvidas com seus alunos.Esse momento foi bastante interessante no sentido de que o grupo a cada encontro estão mais desinibidos para expor seus relatos.Eles se sentem a vontade de participar dos relatos dos colegas para opinar e dar sugestões sobre a experiência do colega.
Logo após os relatos do Avançando na Pratica demos inicio as atividades proposta para a oficina da unidade dezesseis. Dividimos as turmas em grupos .Um grupo ficou responsável em desenvolver duas atividades, e o outro grupo ficou responsável em desenvolver três atividades.Após o desenvolvimento das atividades,o grupo escolheu um representante para fazer a socialização das atividades desenvolvidas por eles.Esse momento foi muito produtivo,porque houve uma intensa participação de todos.Cada cursista deu a sua opinião sobre o assunto em questão.
Para finalizarmos nosso encontro passei um slaide sobre PRODUÇÃO DE TEXTO (youtube).
Encerramos a oficina com a avaliação, na qual os colegas demonstravam sua satisfação com o programa e acreditam que este programa irá deixar a primeira semente para a mudança da educação em Caracol.Dessa forma concluímos o TP 04 .Até o próximo encontro.

Maria Edite Caracol MS

segunda-feira, 20 de julho de 2009

PROJETO SUL-MATOGROSSENSE

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

LEITURA E PROCESSO DE ESCRITA I

Esta oficina aconteceu no dia vinte e seis de junho .Iniciamos o encontro com o clipe 'MEMÓRIA VIVA'',de Carlos Drummonde de Andrade.Após este momento iniciamos o TP 4.,com uma intensa discussão sobre o processo de Letramento e a necessidadede desenvolver habilidades que tornem nossos alunos proficiente em leitura.Sabemos que por meio de Letramento,que tornam as pessoas criticas e atuantes no meio em que vivemos.Passamos a refletir sobre o uso e as reflexões nas práticas diárisas.Cada cursista,comentou sobre as atividades das seções.Distribui algumas questões, para que os professores debatessem em grupos ,para depois fazermos a socialização.
Apresentei um vídeo com o poema"O QUE É LETRAMENTO" de Magda Soares,para que eles percebessem claramente o verdadeiro sentido do letramento.
Iniciamos o segundo momento com a exposição dos relatos da lição de casa.Recolhi os relatos,e abri espaco para que cada cursista pudesse expor sua experiência.Foi um momento muito p
roveitoso por que cada um pode aproveitar a expêriencia do seu colega.
No terceiro momento a turma se dividiu em dois grupos e cada um montou uma proposta de trabalho em torno do poema 'CIDADEZINHA QUALQUER" de Drummond.Para finalisar esse momento cada grupo apresentou seu trabalho. Um grupo avaliou o grupo do outro e deu sugestões. Foi um momento muito rico e prazeroso. Antes de terminarmos este encontro comentamos o titulo da proxima unidade:Mergulho no Texto e perguntei o que ele sugeria. Os cursistas expuseram sua hipóteses e dperguntei a eles se estavam preparados para esse mergulho? Assim concluimos mais um encontro. Ate´o proximo.
Maria Edite Caracol MS

sexta-feira, 19 de junho de 2009

RELATÓRIO DA OFICINA 05 UNIDADE 10- GENEROS TEXTUAIS

Nosso quarto encontro foi realizado no dia quinze de maio. Iniciamos nossas atividades com a dinâmica. “QUEM SOU EU”. Logo depois, dei inicio ao nosso trabalho com a exposição de texto sobre gêneros textuais. Levei Xerox para o grupo, onde feito leitura compartilhada. Depois da leitura cada professor comentou sobre o texto. Debatemos sobre o texto-narrativo e suas características em tempo, espaço e personagem. Sobre as seqüência tipológicas injuntivas ou instrucionais , eles tem o objetivos de instruir o leitor sobre alguma coisa. Sequência preditivas que tem por objetivo fazer o leitor/ouvinte acreditar em um estado de coisas que ainda está para acontecer.Houve a participação de todos.
Então seguimos para a segunda etapa do nosso trabalho. Avançando na pratica.Cada professor relatou sobre a experiência que tiveram em sala de aula com seus alunos.Esse momento foi bom,porque pude perceber que todos estavam a vontade para expor sua experiências.Apos os relatos prosseguimos para a realização da oficina cinco unidade dez.Cada professor ficou responsável em desenvolver uma atividade para trabalhar na série em que trabalha.No término das atividades cada professor comentou como desenvolveu sua oficina.Houve uma troca de experiência maravilhosa pois,cada aumentou o seu conhecimento com essa troca.
Ao término das apresentações, os professores cursistas relataram como foi a nossa oficina em forma de relatório. Para terminarmos nosso encontro ,lancei o questionamento sobre leitura ATIVA.E disse que seria assunto para o nosso próximo encontro.

RELATÓRIO DA OFICINA 06 UNIDADE 12-A INTERRELAÇÃO ENTRE GENEROS E TIPOS TEXTUAIS
O quinto encontro, aconteceu no dia vinte e nove de maio. Iniciei o encontro com uma mensagem .Apos a mensagem comecei o nosso trabalho com a exposição sobre leitura Ativa.Cada professor deu sua opinião sobre o conceito de leitura Ativa.Também comentamos sobre Tipos Textuais e suas características e enfatizamos a importância de como aparecem nos textos, como são definidos,inclusive os tipos injuntivos e preditivos ,que são pouco conhecidos,mas tem um emprego bastante utilizado no nosso cotidiano.
Em seguida os professores apresentaram suas experiências com as atividades do Avançando na prática. Esse momento está cada vez melhor, porque os professores apresentam suas experiências sem nenhuma dificuldade, eles ficam bem a vontade para expor suas atividades desenvolvidas com seus alunos. Depois dos relatos apresentei o texto condutor da nossa oficina. Dois professores, leram o texto.Comentamos as seqüências tipológicas do texto. Pedi que formasse dois grupos para analisarem o texto do Jô Soares e que utilizassem as questões propostas na oficina seis unidade doze. Depois disso ,comentamos a respeito do tema das ultimas unidades do TP3,para desenvolverem a proposta da oficina.Um grupo deveria enumerar argumentos para que o texto fosse considerado um exercício de redação escolar e o outro enumerar argumentos para mostrar não se tratar de um exercício escolar.Terminada as atividades ,cada grupo apresentou a posição que defendeu.Concluímos a oficina reforçando que os gêneros textuais são utilizados em diferentes situações e que sua composição tipológica não e nem homogênea nem previsível.Para despertar a curiosidade do grupo ,perguntei o que entendiam por Letramento? Disse que isso seria assunto do nosso próximo encontro.


RELATÓRIO DA OFICINA 6-ELABORAÇÃO DO PROJETO II
O nosso sexto encontro foi realizado no dia doze de junho.Para iniciarmos levei o slide ’’Ballet de harmonia’’,para os professores.Todos se emocionaram com a perfeição dos passos dos Dançarinos.Aproveitei aquele momento para lembrá-los que a união foi fundamental para o desenvolvimento daquele trabalho.E que para o nosso projeto obter sucesso nós iríamos precisar dessa harmonia ou seja,dessa união. Logo após a apresentação retornamos ao nosso projeto. Como ficou combinado que os professores trariam os temas definidos. Assim foi feito. Uma das professoras ,ainda estava em duvida sobre o projeto.Então ,expliquei novamente a proposta do Gestar sobre o projeto ,parece que ficou mais claro para ela.A outra professora estava achando difícil em desenvolver o projeto,devido ela morar,num local de difícil acesso e não teria material para desenvolver o seu projeto.Mas o grupo propôs que iria ajudá-la,quanto ao material.Para finalizarmos o nosso encontro,ficou decidido que todos iriam desenvolver seus projetos sobre leitura.
O que pude perceber que o grupo está bastante otimista em desenvolver o projeto.
Nesse encontro foi definido o tema, coleta de dados e a problematização.O nosso próximo encontro será no dia vinte e seis de junho.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

RELATÓRIO DAS OFICINAS DESENVOLVIDAS COM OS PROFESSORES CURSISTAS
ESTUDO DO GUIA GERAL I:
No dia três, de abril dei início ao curso de Língua Portuguesa do GESTAR II em Caracol, MS. Realizei a primeira oficina introdutória. Apresentei o programa do GESTAR II com slides montado por mim, através do guia geral..Fiz as inscrições dos professores cursistas .Depois entreguei os kits ,para serem analisados por eles.Apliquei a dinâmica ‘’marco profissional”. Após a dinâmica, executamos as atividades do guia geral, onde surgiram muitas perguntas a respeito do curso. Fui esclarecendo todas as dúvidas na medida do possível. Depois de esclarecidas as dúvidas, começamos a desenvolver as atividades um e dois do guia, nesse momento os professores cursistas demonstraram bastante interesse. Apresentei uma mensagem de auto estima onde debatemos, e todos os professores participaram com bastante interesse. Cada professor comentou um pouco a realidade de seus alunos e se propuseram em desenvolver o curso na integra no intuito de melhorar o desempenho dos alunos na escrita e na interpretação.Foi muito bom sentir o interesse de todos .Nosso próximo encontro ficou combinado que seria realizado no dia 17-04-09.

ESTUDO DO GUIA GERAL II:
No dia dezessete de abril, retornamos para darmos continuidade aos nossos estudos. Para iniciarmos a segunda parte da oficina introdutória do guia geral, passei uma mensagem de reflexão.Primeiramente fizemos leitura compartilhada, depois fizemos um breve comentário sobre a mensagem .Logo após começamos com as atividades do guia geral .Os professores voltaram bastante curiosos .Surgiram bastante questionamento. Respondi todas as perguntas ,acredito que sanei todas dificuldades .Demos seguência com as atividades com bastante garra. Até o momento, eu acredito que estamos desenvolvendo o nosso trabalho muito bem. Porque dá para perceber que todos estão com bastante expectativa de esse curso venha pelos menos aumentar os nossos conhecimentos e resolver um pouco as dificuldades que estamos enfrentando com nossos alunos a respeito da leitura e compreensão dos textos.Ficou decidido que o próximo encontro será no dia vinte e quatro de abril.

RELATÓRIO DA OFICINA; INTRODUÇÃO DO PROJETO

Iniciamos o nosso curso do dia vinte e quatro ,com a dinâmica da caixa surpresa .Depois de aplicar a dinâmica ,o grupo deu uma relaxada .Então demos inicio ao nosso trabalho.Primeiramente passei o slide com a proposta do projeto .Expliquei passo a passo .Cada pergunta que surgia ,tentava responder da melhor maneira possível. Houve bastante participação de cada membro da equipe para elaborar o projeto .O fato importante que pude perceber que todos os professores estavam preocupados em desenvolver o projeto voltado para a leitura .Por que os nossos alunos estão com muita dificuldade na leitura e na compreensão .Uma das professoras comentou que já estava trabalhando projeto sobre leitura.O tema é; Caixinha de Leitura.Só que havia pensado em desenvolver um semestre .Mas como a projeto é anual.Então ela resolveu transformá-lo em anual. Os outros professores decidiram trazer no próximo encontro o tema do projeto de cada um. O nosso próximo encontro será no dia quinze de maio.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

ATIVIDADES DOS ALUNOS DO 8º ano

video

ANÁLISE DO POEMA:CIDADEZINHA QUALQUER

DE: CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

MARIA EDITE CARACOL MS

domingo, 14 de junho de 2009

OFICINA 07- LETRAMENTO


ESTUDOS DOS PROFESSORES CURSISTAS
SOBRE LETRAMENTO
MARIA EDITE CARACOL MS

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELOS ALUNOS







ANÀLISE DO POEMA
CIDADEZIHA QUALQUER
CRIANDO CARTAZES
CRIANDO CARTAZES

OFICINA 07 UNIDADE 14


PROFESSORES CURSISTAS APRIMORANDO O
CONHECIMENTO SOBRE LETRAMENTO

terça-feira, 9 de junho de 2009

TRABALHO DESENVOLVIDO PELOS ALUNOS DO OITAVO ANO

videoANÁLISE DA MÚSICA:CIDADÃO

NA VOZ DE : ZÉ RAMALHO

sábado, 6 de junho de 2009

Oficina 06 Unidade 12

ATIVIDADES DESENVOLVIDASPELOS PROFESSORES CURSISTAS.







REFLETINDO SOBRE LEITURA ATIVA


ALUNOS DO 8º E 9º


ATIVIDADES DOS ALUNOS DOS CURSISTAS

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELOS ALUNOS DAS UNIDADES
11e12.

LEITURA ATIVA OFICINA 06 UNIDADE 12


atividades desenvolvidas pelos alunos do 7º ano







PERFIL DOS ALUNOS DO MUNICIPIO DE CARACOL

Após diagnóstico, podemos afirmar que os alunos da escola municipal João José Leite da silva do sexto e sétimo ano do ensino fundamental apresentam dificuldade em diferenciar gêneros e tipos textuais.E apresentam baixo rendimento em produção textual. Os alunos do oitavo e nono ano apresentam dificuldades em coerência e coesão e erros de ortografias.As notas desses alunos apresentam da seguinte forma:sexto ano A;média três alunos,abaixo da média quatorze alunos e acima da média quatro alunos.Sexto ano B; três alunos na média,um alunos abaixo da média e vinte alunos acima da média.Sexto ano C; três alunos na média,vinte alunos abaixo da média e sete acima da média .Alunos do Sétimo ano A;dez na média,quatro abaixo da média, vinte acima da média.Sétimo B; dois alunos na média,onze abaixo da média e sete acima da média.Sétimo C;cinco alunos na média,oito alunos abaixo da média e sete acima da média.Alunos do Oitavo ano A;quatro alunos na média,um alunos abaixo da média e vinte alunos e quatro acima da média.Alunos do Nono ano A; dois alunos na média,três alunos abaixo da média e quinze alunos acima da média.Os alunos da escola estadual Dr. Rubens de Castro Pinto :sexto ano A onze alunos abaixo da média, dois alunos na média e doze alunos acima da média.Sétimo ano A;seis alunos abaixo da média ,sete alunos na média e onze alunos acima da média.Oitavo ano A;onze alunos abaixo da média,oito alunos na média e dez alunos acima da média.Alunos da escola Municipal Inácio Silvestre Monteiro : Sexto ano A; um aluno na média, quatro alunos abaixo da média e dezesete alunos acima da média;Sétimo ano A: um aluno na média,cinco alunos abaixo da média e onze alunos acima da média;Oitavo ano; dois alunos na média, três alunos abaixo da média e vinte e dois alunos acima da média; Nono ano A: um alunos na média, nenhum aluno abaixo da média e dezenovealunos acima da média.

ABRIL
Dia 03
-1ª -Oficina Introdutória
Dia 17-
2ª Oficina Introdutória
Dia 24
Oficina -01
Introdução do projeto.Escolha do tema ...
MAIO
Dia 15
oficina-02
TP -03-(unidade 10)
Dia 29
oficina-03
TP-03 (UNIDADE 12)
JUNHO
Dia-12
oficina 04
Orientação coletiva para elaboração do projeto.
Dia 26
oficina 05
(unidade 14)TP-04
JULHO
Dia-03
Orientação coletiva do projeto.
Dia- 31
oficina 06TP-04(unidade 16)
AGOSTO
Dia- 14
oficina 07TP -05 (unidade 18)
Dia 28
oficina 08TP 05 (unidade 20)
SETEMBRO
Dia-11oficina 08TP 06(unidade 22)
Dia 25
TP06 (unidade 24)

PERFIL -PROFESSORA CURSISTA DE CARACOL-MS

Perfil da professora Rosana Fernandes Leite-RG 01193835-Formada em Letras na universidade Estadual de mato grosso do Sul.Vinte e tres anos solteira.Leciona na escola estadual,quarenta horas,sendo que com língua portuguesa ,ela trabalha nas séries do sexto e o sétimo ano do ensino fundamental, no período vespertino.A faixa etária de seus alunos de dez a treze anos.Ela atende no total quarenta e nove alunos.

PERFIL DO PROFESSOR- CURSISTA DE L.P. DO GESTAR ll DE CARACOL-MS

01-GEISA DA SILVA GOGOY- RG-001273287-CPF-002395371Formada em letras,24 anos,casada,sem filhos,é professora da rede municipal citada á cima vinte horas.Ela atua em classe do terceiro ano do ensino fundamental(séries iniciais), sexto e o sétimo ano do ensino fundamental(série finais).A faixa etária do terceiro ano é de oito a dez anos e das série finais é de dez a quatorze anos.Atendendo no total de 115 alunos,no periodo matutino e vespertino.02-IOLETE MACIEL DE SOUZA-RG-0005131553-CPF-528649979187Formada em letras com especialização em Língua Portuguesa e Literatura,38 anos,casada dois filhos é professora da rede municipal com vinte horas e na rede estadual com vinte horas.Atendendo um total de 186 alunos.Ela atua em classe do sexto ao nono ano.A faixa etária de seus alunos é de dez a vinte anos.03-JACKCELLY GUTIERRES GODOY-RG-001287191-CPF-00524013162Formada em letras,25 anos,solteira. Atua na rede estadual com trinta horas.No periodo matutino e noturno.Mas, ela trabalha com língua portuguesa só na sala do nono ano matutino.Seus alunos tem entre treze anos a dezoito anos.Atende no total de vinte oito anos.04-SANDRA PINTO LOUREIRO SARDIM RG-631771-CPF-55494595153Formada em letras,atua na rede municipal com vinte horas,na classe do sexto ao nono ano.No período vespertino.A faixa etária de seus alunos é de onze a vinte e dois anos.Ela atende no total de oitenta e oito alunos.

Não se Deixe Soterrar (mensagem apresentada no dia 24-04)

Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda. Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado. O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate. Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais. No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela. Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, conseguiu sair...". Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade. Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções: Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo; - Ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre. É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e a aproveitemos para subir. Ademais, em todas as situações difíceis que enfrentamos na vida, temos o apoio incondicional de Deus, do qual podemos nos aproximar através da oração. Autor desconhecido

O Pardal e a águia (mensagem introdutòria do dia 17-04 )

O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza... Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:Por que estás a me vigiar, Andala?Quero ser uma águia como tu, Yan. Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.E como te sentes amigo sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho... - O pardal suspirou olhando para o chão... E disse:Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia a observar-te. E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente...Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu. Acredita! - E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho. Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teucoração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre! Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles. Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha! Autor desconhecido

Reflexão para os cursistas


Realização da oficina introdutória







Estudo do guia geral


Apresentação do curso gestar