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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Crônica


Titulo: Nascimento
Autora: Deborah de Melo Neto



Eram oito horas da manhã quando entrei no hospital, do dia 21 de Outubro de 2010. Quando cheguei lá, fui na recepção falar com ah menina que atendia lá, para saber a que horas eu iria ser internada. Ela me disse:
_ Olha, não posso te dizer o horário certo, pois o Dr ainda não chegou, ai eu disse para ela:
_ Ta bom, eu espero.
Fiquei la ate onze horas da manhã esperando e nada do Dr chegar, meu Pai já estava agoniado de esperar comigo,e teve que viajar. Minha mãe chego e disse:
_ Você ta aqui ainda? cadê o dr? ai eu disse:
_ Não sei, ele ainda não chego
_ Um.
Logo depois chegou ele, me deu um frio na barriga pois sabia que aquele era o dia do Lucas nascer.
Quando ele chego, nem Oi não deu, e já entro para dentro.
Ai a mulher da recepção me chamo e disse:
_ Deborah pode entrar ali na quela sala que o Dr vai examinar você. Ai eu fui, cheguei la e ele me disse:
_ E ai ta nervosa? _ não eu disse.
_ Deita aqui então, que eu vo examinar você, deitei feliz da vida.
_ Ta tudo bem com o bebe, viu que melhoro bastante.
_ Ahan, eu disse.

Ai fiquei esperando ate ele me libera para ser internada. Demoro um pouco e ele me chamo.
_ Você pode entrar ali na sala e me esperar, que eu já to indo la.
_ Ta bom.
Entrei la e fiquei esperando, arrumei as coisinhas do Lucas, arrumei ah roupinha que ele ia vestir quando nascesse e deitei esperar ele.
Todo mundo ansioso a chegada do Lucas.
Quando deu meio dia o Doutor mando eu me preparar que eu já ia entra na sala de cirurgia, quando veio a noticia que o Braz dinha se acidentado. Ai não ia poder me operar na quela hora, fiquei la esperando ate duas horas da tarde, ate que transferiram ele para outro quarto. Ai depois o Dr me chamo e falo que era pra mim toma banho que depois ele já ia me opera. Ai fui me arrumar.
Tomei banho coloquei ah roupa do hospital e a enfermeira mando eu arruma meu cabelo, fazer uma trança, la foi eu arruma o cabelo para poder entra na sala. Minha mãe já estava ansiosa, minha irmã então nem se fala tava mais nervosa do que eu.
Demoro um pouco mais ate que entrei na sala de cirurgia, coloquei um sapatinho e fui.
Entrei la esperei o doutor se arruma, em quanto isso eu sentei la na maca.
Quando veio a enfermeira me posicionar para o doutor aplicar a anestesia em mim.
O Doutor veio e falo:
_ Fica parada assim, não se mexe.
Ai ele aplico, deitei na maca e começo a formiga minha perna, logo depois não senti mais nada.
Amarraram minha mão e começaram a cirurgia. Logo depois, depois de algumas horas nasceu o Lucas, as 3:15 da tarde, com 46 centímetros e 2 kilos e pouco, ele era lindo, o bebe mais lindo que eu já vi.
Depois que ele nasceu levaram ele para aspirar, e depois arrumar ele enquanto o doutor terminava a cirurgia.
Depois que termino, me levou para a sala, demoro um pouco e minha mãe chego com ele la, eu peguei ele o bebe mais lindo, a emoção foi tanta em ver aquela criança ali nos braços, rosadinha com os olhinhos preto olhando, é uma emoção que só quem é mãe que pode dizer. E essa é ah historia do nascimento do Lucas.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010


domingo, 5 de setembro de 2010

Confecção de GiBi


sexta-feira, 4 de junho de 2010

Banda Calypso DVD2 Amazonia PUPURRI DE CARIMBÖ

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Plano de aula
OFICINA EXTRA


PLANO DE AULA

FILME NARRADORES DE JAVÉ

TEMA: LÍNGUA VIVA

DIVERSIDADE “COMO VER” E CONVIVER

OBJETIVOS:Identificar dialetos, variantes lingüísticas da região.Caracterizar a oralidade e a escrita como formas de comunicação.Trabalhar a importância do letramento na sociedade em que vivemos.Valorizar e respeitar a cultura e oralidade de um povo.

SÉRIE: 6° AO 9° anos

CARGA HORÁRIA: previsão de 06 (seis) aulas.

METODOLOGIA:Selecionar músicas e fragmentos de textos que retratem o mesmo tema do filme a apresentá-los. (Zé Ramalho, Patativa do Assaré, Graciliano Ramos...)Ouvir músicas sem a letra ou distribuir letras de músicas faltando letras para que os alunos completem com palavras que achem que serão adequadas ao contexto e depois passá-las para que possam fazer comparações.Assistir ao filme sugerido Narradores de Javé.Explorar fragmentos de obras pré-selecionadas.Realizar a intertextualidade (música, filme e obras escritas).Privilegiar o diálogo através de atividades coletivas.

RECURSOS: Som, cd, dvd, cópias dos fragmentos e músicas a serem trabalhados, pincéis, cartolinas, lâmina, retro-projetor, tv, data-show, folha sulfite.

FECHAMENTO:Atividades avaliativasElaboração de texto utilizando dialetos da região onde mora.Identificar neologismos presentes no filme e criar uma narrativa usando variantes lingüísticas.Elaboração de um glossário de Javé.Criar neologismos dentro de um contexto (a escolha ) para que os demais colegas descubram.Painel de neologismos.Criação de peça teatral baseando-se no filme, mas com dialeto da região.Criação de paródia sobre o filme.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

OFICINA INTERCALADA

NARRADORES DE JAVÉ

A cidade de Javé nas vésperas de ser submersa pelas águas da represa é palco de uma mobilização coletiva de seus moradores. Expulsos das moradias vêem sua história, seus direitos, sua dignidade e seu habitat ser destruídos de uma forma impactante. Assim é o filme “Narradores de Javé”, gravado em 2001, no povoado de Gameleira da Lapa, interior da Bahia, às margens do rio São Francisco. Ele mostra a história de um um arraial carente de ruas de areia, com sua história oral desvalorizada, impedida de ser um patrimônio da humanidade. Protagonizado pelo ator Zé Dumont (Biá) e com a direção de Eliane Caffé, o longa traz à tona reflexões profundas sobre a memoria narrativa do ser humano, questões econômicas, históricas e o desafio sociomabietal.
O filme Narradores de Javé, dirigido por Rui Pires e André Montenegro, é excelente para se trabalhar, em sala de aula, a importância da escrita e a diferença entre ela e a oralidade. Seu roteiro é pautado no conflito vivido pelos moradores do Vale de Javé, ameaçado pela possibilidade de construção de uma represa. A única saída encontrada foi realizar o relato escrito das histórias locais, a fim de que o vale seja considerado patrimônio histórico.Entretanto, o único narrador local capaz e que sabia escrever era o Biá, que havia sido expulso do povoado, por inventar histórias fantasiosas e maledicentes sobre os moradores. Biá assume, então, o papel de escriba. Depende dele a salvação de todo o povoado, pois apenas ele pode passar para o papel as histórias locais, delegando a elas status de ciência.Biá, contudo, é um malandro e aproveita-se da situação como pode, ouve os relatos, mas menospreza-os, considera-os impróprios para fazerem parte de um livro tão importante. Desta forma, o tempo vai passando e o livro permanece em branco. Nesse ponto, chama a atenção que a atitude do escriba, em relação à oralidade, é semelhante ao que ocorre na sociedade em geral. Possui maior prestígio aquele que domina o código escrito, sendo mais valorizada a história oficial e deixando-se de lado, muitas vezes, a história propriamente dita, que reside no imaginário coletivo e popular. Da mesma forma, os personagens do filme estabelecem com Biá uma relação de dependência, visto ser ele o único a dominar o código de maior prestígio.Em sala de aula, muitas vezes nós, professores, exercemos a função de escriba, pois temos um domínio maior do código escrito. Essa função fica evidente em todo trabalho com a leitura e a escrita, quando procuramos trabalhar com nosso aluno as diferenças entre a oralidade e a escrita. Nesse sentido, é fundamental que não assumamos uma postura arrogante como a de Biá, valorizando um código em detrimento do outro. É preciso mostrar aos alunos que tanto a oralidade quanto a escrita são importantes, mas que ambas seguem regras diferentes e possuem características específicas, que devem ser respeitadas. Enquanto escribas da educação, cabe a nós exercermos a função de mediadores entre o código oral e escrito e nossos alunos, a fim de que os mesmos compreendam suas peculiaridades, sabendo usá-los de modo proficiente, nas dife rentes situações em que são requeridos, cotidianamente

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

OFICINA INTERCALADA

OFICINA: INTERCALADA

GINCANA DE LÍNGUA PORTUGUESA


TEMA: CONTEÚDO DESENVOLVIDO NO 1º SEMESTRE

SÉRIE : 6º AO 9º ANO /MATUTINO E VESPERTINO

JUSTIFICATIVA:
Procurando incutir nos alunos a importância da língua portuguesa , resolvi dar continuidade ao trabalho já desenvolvido no primeiro e segundo semestre com uma metodologia diferenciada voltado para o lúdico na educação.
OBJETIVO GERAL:
Relacionar informações importantes com uma aprendizagem prazerosa.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Identificar o conhecimento quanto aos conteúdos já trabalhados.
Verificar a capacidade dos alunos no repasse do que aprenderam;
Aprender, brincando.
DESENVOLVIMENTO:

- Dividir a turma em 4 grupos através da dinâmica de números idênticos.
- Cada grupo escolherá uma cor:
Equipe 1 – vermelha
Equipe 2 – roxaEquipe 3 –brancaEquipe 4 –preta

TAREFAS
1-Dança para abertura;
2 – Cada equipe apresentará uma paródia de uma musica escolhida por eles;.
3 – Cada equipe apresentará um autor e defenderá por dois minutos;
4 –Um aluno de cada equipe declamará um poema ;
5 –Cada equipe deverá organizará um teatro de cinco minutos;
6– corrida do saco;
7 – Soletrando (com palavras sorteadas, ); um aluno de cada equipe;
8-Batata-quente;
9-Dança da cadeira;
10-Caça ao tesouro,
11-alfabeto;
12-Formar palavras com silabas soltas,
13-Conjugar verbos;
14—Organizar o alfabeto;
15-Circular os pronomes;
16-Formar frases com tipos de predicados,
17-Circular os substantivos,
18-Montar quebra cabeça com provérbios,
19-Escrever por extenso,
20-torta na cara,
RESULTADO ESPERADO:
Espera-se que, ao fim da gincana, os alunos estejam mais informados e capazes de utilizar os conhecimentos de maneira a serem multiplicadores.


CURSISTAS:JACKCELLY,IOLETE.SANDRA,ROSANA,GEISA

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Relatório oficina 12 –
No dia 23 de outubro de 2009, foi realizada em Caracol a oficina referente à unidade 23 do TP 06 de Língua Portuguesa: O processo de produção textual: revisão e edição.Para dar início às atividades fizemos uma reflexão sobre a sessão1 e 02 da unidade 23 e formamos grupos para realizar a atividade de planejamento sugerida na página 151. em seguida, os grupos apresentaram para os colegas a seqüência didática que planejaram. Fizemos o fechamento dessa parte da oficina com a sugestão de aplicação do Avançando na Prática da seção 03, que consiste na revisão do texto Os quilombos contemporâneos e a educação(p. 143, TP 06) em pequenos grupos, como forma de conscientizar os alunos sobre a necessidade e ou possibilidade de se revisar os textos por eles produzidos visto que a maior dificuldade relatada pelos cursistas em relação a esse trabalho tem sido justamente a resistência dos alunos em revisar seus textos, alegando que os mesmos já estão prontos.. Durante a socialização do estudo, procuramos esclarecer algumas dúvidas e incentivar os cursistas na elaboração de seu próprio projeto de sala de aula. Falamos sobre a estrutura do texto em si e nos colocamos à disposição de cada um deles para eventual suporte técnico-pedagógico.Aproveitamos o final do encontro para homenagear os nossos colegas pelo Dia do Professor com uma montagem de fotos e a música “Você é especial”, de Aline Barros e uma mensagem do ilustríssimo professor Paulo Freire na qual ele incentiva os professores a não desanimarem diante das adversidades da profissão..Para concluir realizamos a avaliação e os cursistas demonstraram satisfação com o programa.Atividades realizadas pelos cursistas durante a oficinaA Proposta
1. Levar o tema para ser discutido em sala, colocar na lousa palavras e expressões chave;2. Formar grupos e apresentar o texto original;3. Através de questionamentos, direcionar a identificação dos erros no texto: pontuação, ortografia, coerência, coesão, fuga ao tema;4. Após detectar os problemas no texto, cada grupo irá reescrever a sua versão seguido de apresentação para os colegas;5. Após a apresentação dos grupos o professor convida a turma para a reescrita coletiva.

Eu lecionei a todos eles
Tenho ensinado no ginásio por dez anos. Durante esse tempo eulecionei para, entre outros: um evangelista, um lutador de boxe,um ladrão e um imbecil.O assassino era um menino que sentava num lugar da frente e me olhava com seus olhos azuis. O evangelista era o mais popular da escola, era o líder dos jovens entre os mais velhos. O lutador de boxe ficava parado perto da janela e soltava uma gargalhada abafada, que até fazia gemer os gerânios. O ladrão era um coração alegre, diria libertino, sempre com uma canção jocosa em seus lábios. O imbecil, um pequenino animal de olhar macio, dócil, procurando as sombras.O assassino espera a morte numa penitenciária do Estado. O evangelista está enterrado, há um ano, no cemitério da vila. O lutador de boxe perdeu um olho num briga em Hong Kong. O ladrão, na ponta dos pés, pode ver da prisão as janelas do meu quarto. O imbecil, de olhar macio, bate com a cabeça na parede forrada, de uma cela, no asilo municipal.Todos esses, um dia, sentaram na minha sala. Sentaram e olharam para mim, gravemente, das suas carteiras escuras e surradas.Eu devo ter sido de grande ajuda para esses alunos... Eu lhes ensinei o esquema encontrado nos versos alexandrinos e como colocar em diagrama uma sentença completa.
www.rivalcir.com.br

Relatório da Oficina 11
No dia 02 de outubro de 2009, no município de Caracol, foram realizadas as oficinas referentes à unidade 22 do TP 06, do Programa Gestar II de Língua Portuguesa.Fizemos a leitura do texto “Lecionei a todos eles” e refletimos sobre o tema tratado, levantando os pontos que são considerados polêmicos e concluindo que o trabalho do professor não se restringe à mera transmissão de conhecimentos com o perigo de se tornar obsoleto, que o professor que realmente faz a diferença na vida dos alunos é aquele que se preocupa também com o caráter humano da profissão.Durante o relato da prática uma das cursistas expôs sua experiência com a atividade sugerida no TP, página 54, que se trata de uma produção de texto argumentativo. A professora avalia que a atividade não surtiu o efeito desejado pois os alunos tiveram bastante dificuldade em entender o que lhes foi proposto. Fizemos uma reflexão sobre o assunto tentando identificar o problema, que, no caso, pode ter sido de adaptação da atividade à turma. Foi sugerido aos outros cursistas que, na eminência de aplicar essa mesma atividade em suas turmas procurem adaptá-la, sempre com a intenção de atender a proposta que seria de um texto argumentativo, levando em conta que esse tipo de texto pode pertencer a diversos gêneros: o texto publicitário, o artigo de opinião, a cara do leitor, o editorial, e que cada um desses gêneros é adequado pra uma determinada série.Para a retomada, formaram-se duplas que, após o estudo, fizeram a socialização das seções com os outros cursistas. Nessa unidade de estudo me parece não haver problemas em relação ao conteúdo do TP. A reflexão a respeito das estratégias relacionadas ao planejamento da escrita pode evidenciar uma preocupação cada vez maior do professor de Língua Portuguesa com os processos de leitura e produção de textos que, com alguma dificuldade ainda, devido ao pouco tempo para planejamento dessas atividades, estão sendo já revistos pelos profissionais da área.Fizemos uma dinâmica para divisão de grupos, a Entrevista Musical (somente no matutino) e, em seguida, a atividade de produção em duplas, devido ao reduzido número de participantes nas oficinas. Vale ressaltar que essa é uma das atividades preferidas dos cursistas, onde eles podem produzir criativamente os seus textos colocando em prática aquilo que estudaram no TP.A avaliação foi realizada oralmente e os cursistas mostraram-se satisfeitos com o desenvolvimento do programa, principalmente agora, com a mudança de estratégia no desenvolvimento das oficinas. Disseram que assim estão tendo um maior aproveitamento, pois têm mais tempo para estudar as unidades e aplicar as atividades práticas..Embora tenha ficado um pouco ansiosa em relação a essa nova dinâmica de organização das atividades da oficina, também avalio positivamente a mudança, já podemos perceber que os conteúdos estão se tornando mais evidentes para os cursistas, mais presentes e próximos ao seu dia a dia.
Maria Edite Espinosa - Caracol

domingo, 8 de novembro de 2009

domingo, 25 de outubro de 2009

A Rosa

Era uma manhã de um dia de semana, desses de céu aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho. Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos últimos lugares, bem ao fundo. Ali se pôs a fazer a sua oração cheia de vida, dialogando com Jesus. Ouviu, então, em meio ao silêncio, a voz de alguém, cuja presença não tinha percebido: venha aqui. Venha ver a rosa. Ele olhou para os lados, para frente, e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez: Venha ver a rosa. Embora sem entender, ele se dirigiu até a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa. Parou e começou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: venha ver a rosa. Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita. Mas o homem não se conformou e tornou a dizer: Não, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa. Diante da insistência, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com ele com aquele convite? Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as próprias resistências, e se sentou ao lado do homem. Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho. De fato, era um espetáculo todo diferente.
Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele ângulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-íris. Dali podia-se perceber um raio de luz do sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-íris. E o trabalhador, extasiado, exclamou: é a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-íris. Mas, se eu não tivesse me sentado onde estou, se não tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espetáculo tão maravilhoso. É preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso. O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocar de nosso comodismo, de romper com preconceitos, para ver a pessoa do outro de modo diferente e novo.
Há uma rosa escondida em toda pessoa que não estamos sendo capazes de enxergar. Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver as rosas do outro, de um ângulo diferente. Realizemos esta experiência, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido diferente onde, para nós, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores. (autor desconhecido)

TP2 –Estudo das unidades 7 e 8

No dia 12 de Setembro de 2009, aconteceu a 12ª ( Décima segunda) Oficina do Gestar II em Língua Portuguesa, em Caracol MS, na qual mais uma vez os professores socializaram suas práticas pedagógicas com as atividades do Gestar II, socialização das unidades cinco e seis da TP2 e estudo das unidades sete e oito. Iniciamos o encontro com a leitura compartilhada da mensagem “ A ROSA”, a qual nos proporcionou um momento de reflexão sobre nossas ações, postura e a busca do novo, ver as coisas sobre um outro ângulo. ... O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocar de nosso comodismo, de romper com preconceitos, para ver a pessoa do outro de modo diferente e novo. Há uma rosa escondida em toda pessoa que não estamos sendo capazes de enxergar. Há necessidade de sairmos de nós mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar incômodo, de deixar de lado as prevenções, para poder ver as rosas do outro, de um ângulo diferente.As atividades realizadas em sala pelos professores foram interessantes e diversificadas, muito deles optaram pela seção três, unidade 5, em que proporcionou uma reflexão sobre o comportamento e atitudes entre professor X aluno, momento de diálogo em sala.Os cursistas mostram interesse e são bastantes dedicados e criativos com as ações de sala de aula referente ás atividades do gestar. Assim, concluo com a seguinte frase....Grandes realizações são possíveis quando se dá importância aos pequenos começos.(Téo LÉO)

Maria Edite-Caracol MS

OFICINA 3 - TP2 - UNIDADE 6


Neste encontro nós reunimos na escola municipal para discutirmos os pontos positivos e negativos encontrados em nossas aplicabilidades concernentes as propostas do Gestar.Neste encontro foram discutidos assuntos que envolvem a produção textual,estudo de texto e analise lingüística no segundo momento foi aberto para apresentarem o avançando na pratica,onde os cursistas relataram suas experiência apontando os pontos positivos e negativos.Após os relatos demos inicio a oficina três e da unidade seis.Foi divididos em grupos cada grupo ficou responsável por uma atividade.Ao termino das atividades foi feito um semi Ciro onde os cursistas relataram como foi desenvolvida as atividades propostas da oficina.
Para finalizarmos este encontro foi passado a mensagem “Não espere” para refletirmos nossas atitudes.


Maria Edite-Caracol MS

OFICIANA INTERCALADA
No dia dezoito de setembro, nos reunimos na biblioteca da escola,João José Leite,para planejarmos a oficina da atividade intercalada.Após discutirmos varias sugestões ,a idéia de montar uma gincana de língua portuguesa pareceu mais viável , tendo em vista ,que através desta atividade poderíamos avaliar o desempenho dos alunos em relação aos conteúdos aplicadas no decorrer do primeiro semestre.
Cada grupo ficou encarregado de organizar dez atividades referentes a disciplina de língua portuguesa,com objetivo de enfatizar suas funções.O principal objetivo da gincana seria a revisão e aprofundamento dos conteúdos visando o entendimento de discente,assim as atividades seria desenvolvidas de maneira lúdica e diferenciada.

Maria Edite - Caracol MS

sábado, 10 de outubro de 2009

TP 01 UNIDADE 04 CURSISTA NA APLICAÇÃO DAS ATIVIDADE E OS ALUNOS DO SEXTO E DO OITAVO ANO,EM AVANÇANDO NA PRATICA



RELATÓRIO TP 01 UNIDADE 04

No dia vinte e cinco de setembro,iniciamos mais um encontro refletindo sobre a mensagem “AGUIA OU GALINHA”, onde cada cursista colocou a sua opinião. Em seguida realizamos a socialização das atividades aplicadas com os alunos, onde repassamos o resultado das atividades. Foi muito gratificante o resultado das atividades aplicadas, pois a cada encontro o cursista está mais entusiasmado e confiante no GESTAR.
Foi apresentado no data-show a proposta ad oficina da TP 1 com as unidades 3 e 4 , durante a apresentação íamos destacando os pontos importantes de cada unidade no TP. Na relação teoria e prática analisamos algumas atividades e discutimos sua aplicabilidade. Após a conclusão houve a socialização da atividade realizada. Ampliando nossas referências realizamos a leitura e discussão do texto “O conhecimento prévio na leitura”.
Houve bastante participação de todos os cursistas durante as atividades propostas, ao término das atividades cada grupo apresentou as atividades desenvolvidas pelo grupo.
Terminamos o encontro com a reflexão do vídeo “Não vou desistir nunca.”.
Maria Edite Espinosa Caracol

terça-feira, 22 de setembro de 2009

I

RELATÓRIO DA OFICINA 01: Unidade 02 TP 01

No dia onze de setembro iniciamos a oficina um, unidade dois do TP 01.Nesse dia vieram apenas duas cursistas,mas mesmo assim fizemos nossas atividades.
Demos inicio com o relato das atividades do avançando na pratica. Foi feito comentários em relação ao Avançando na Prática, das dificuldades e facilidades que os cursistas tiveram mostrando exemplos práticos que contribuem na interação da proposta
Logo após os relatos demos inicio ao estudo do TP 01Linguagem e Cultura no qual pude perceber a relação entre fala e escrita, isto é, dialeto e registro. Ao inicio foi muito complexo ao cursista perceber essa relação pois para eles eram um novo conceito que lhes eram apresentado e sua assimilação foi um pouco complexa mas ao final ficou muito bem evidenciados os equívocos que como falantes criamos ao longo do tempo em relação sobre a norma culta e a linguagem coloquial.
Devido a presença de apenas dois cursistas e um formador foi feito apenas um grupo , após o término das atividades debatemos o tema proposto nesta oficina.Encontramos algumas dificuldade para desenvolvermos essa atividade acredito que foi devido o grupo ser pequeno.mas, foi interessante para nós , pois nos fez refletir sobre a extensão que a nossa cultura possui e sua diversidade e o tanto que temos que aprender. Penso sobre a importância de aprofundarmos nosso conhecimento de nossa própria cultura uma vez que ela forma os traços de nossa identidade como individuo pessoal e social. Assim concluímos mais um encontro.

TP 01 UNIDADE 01